Investigações contra Alckmin e governadores estão travadas no STJ

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Jornal GGN – As delações da Odebrecht que atingiram Geraldo Alckmin (PSDB) e demais governadores citados foram remetidos ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) e ainda nem começaram a virar investigação. Alckmin é acusado de receber R$ 2 milhões por meio de um cinhado, em 2010, de caixa dois.
A informação é de reportagem da Folha de S. Paulo que destacou que o STJ ainda precisa autorizar o início das apurações. Há casos em que a Procuradoria-Geral da República (PGR) ainda levanta diligências para verificar se pedirá ou não a abertura de procedimentos.
Se os casos relacionados a deputados e senadores, todos os detentores de foro privilegiado, foram tomados com urgência pelo Supremo Tribunal Federal (STF), logo que o ministro Edson Fachin assumiu a relatoria dos processos, as ações envolvendo governadores foram remetidas ao STJ, mas até hoje aguardam respostas.
Após as revelações da Odebrecht, vieram à tona os depoimentos dos executivos e empresários da JBS, que também arrolaram governadores. Também nestes casos não foram adotados procedimentos para apurar as investigações uma vez que sequer foram encaminhados, segundo a reportagem.
Entre os delatados da Odebrecht estão Alckmin, governardor de São Paulo, e o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), e o do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão (PMDB). Alckmin articula a candidatura a presidente da República pelo PSDB, o que pode o favorecer, uma vez que o tucano precisaria ser condenado por um colegiado de juízes, como a turma do STJ, para somente então ter sua candidatura barrada.
O hoje governador de São Paulo foi delatado pelo ex-executivo Carlos Armando Paschoal, que informou repasses a campanhas do tucano, por meio de caixa dois, tendo Alckmin participado, inclusive, pessoalmente, de alguns acertos.

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